Joalheria e artigos finos
Maior bloco de demanda global. Concentração em Índia e China. Liga com prata, cobre e paládio para obter quilates e cores distintas.
Fontes: IUPAC, USGS Mineral Commodity Summaries, literatura metalúrgica pública.
Demanda distribuída em quatro grandes vetores, com composição que varia por ciclo econômico e geopolítico — mas nunca zera nenhum deles.
A flotação convencional de ouro recupera entre 60% e 75% do metal contido no minério. O restante segue para rejeito. Ao longo de um século de mineração industrial de ouro, isso significou bilhões de dólares em metal descartado — fragmentado, ocluso em partículas minerais, fora do alcance da física de células mecanicamente agitadas.
Rejeitos históricos de ouro são particularmente ricos porque (i) o teor residual, embora baixo em termos relativos, é ainda economicamente significativo quando processado com tecnologia moderna; (ii) muitos ativos foram operados antes da era de flotação em colunas e reagentes modernos, deixando maior upside; (iii) a densidade do ouro significa que, mesmo em baixa concentração, a massa recuperável por tonelada de rejeito é substancial.
No caso ouro, o ciclo total cai de ~114 horas para ~16 horas. Redução de mais de 85%.
É a commodity em que a combinação de liberação nano (SLM), flotação em colunas compactas, química seletiva e controle algorítmico entrega o benchmark mais expressivo. Validado em campo em operação sul-americana desde 2012, auditado por SGS. A recuperação pública chega a até 99% em ouro em rejeitos com perfil mineralógico favorável, contra 60–75% da flotação convencional.
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