Green Mining
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Arquitetura proprietária, validada em campo.

Quatro camadas operando em conjunto. Flotação avançada, liberação nano de metais oclusos, química desenvolvida ao longo de mais de uma década, e controle algorítmico de processo. A combinação é o que entrega 250× de concentração e recuperação de até 99% em ouro — com distribuição por metal ancorada na assinatura mineralógica de cada ativo.

Visão geral

O fluxo, do rejeito ao concentrado.

Rejeito mineralizado entra no sistema, passa por liberação nano, flotação em colunas compactas e recuperação química, e sai em concentrado de alta pureza com cinética muito superior à da flotação convencional. Caso ouro: ciclo total reduzido de ~114h para ~16h.

Arquitetura · 4 camadas
IN
Rejeito mineralizado
barragem · pilha · dump
01
SLM · nano liberação
metal ocluso → exposto
02
Flotação em colunas compactas
geometria proprietária
03
Química seletiva · resinas
ajuste por commodity
04
Controle algorítmico
adaptativo · tempo real
OUT
Metal recuperado
até 99% em ouro
Camada 01 — Colunas compactas

Concentração sem os gargalos da célula convencional.

A flotação convencional baseia-se em células mecanicamente agitadas, com geometria e turbulência que limitam concentração a 6 a 7 vezes. Sistemas avançados, operando em configuração de coluna, atingem 10 a 20 vezes. A Green Mining opera em uma configuração proprietária de coluna compacta, que viabiliza concentrações de até 250 vezes quando combinada com as outras camadas do sistema.

Camada 02 — SLM

Liberação nano: o pulo que viabiliza os 250×.

Em rejeito, parte significativa do metal está fisicamente ocluso em partículas minerais, fora do alcance da flotação convencional por tamanho e morfologia. O Sistema de Liberação de Metais Oclusos (SLM) é uma camada proprietária de liberação em escala nano que expõe esse metal antes da flotação. É o que muda a classe de recuperação de 60–80% para até 99% em ouro em escala pública, com tetos específicos por metal ancorados na assinatura mineralógica do ativo.

Camada 03 — Química

Resinas e catalisadores, ajustados por commodity.

Família de resinas e catalisadores desenvolvidos ao longo de mais de uma década de operação, ajustada por commodity e por perfil de rejeito. A formulação específica é proprietária e protegida; o racional técnico é apresentado em detalhe no white paper técnico sob controle editorial.

Camada 04 — Controle

Controle algorítmico desde 2012.

O sistema opera com controle algorítmico de parâmetros-chave — dosagem, tempo de residência, perfil de aeração, leitura de qualidade de concentrado. Algoritmos operam em tempo real, permitindo adaptação contínua ao perfil do rejeito processado. Resultado prático: cinética até 57 vezes mais rápida e ciclo reduzido em mais de 85% no caso ouro.

Recuperação por metal

Não existe "rejeito". Existe cada rejeito.

Toda operação de mineração gera rejeito. Mas cada rejeito é um ativo próprio — com mineralogia própria, grau de oxidação próprio, granulometria própria, histórico químico próprio. Em minério virgem, a jazida é relativamente homogênea dentro do perímetro de lavra. Em rejeito, a heterogeneidade é a regra — porque o material acumulado numa barragem é o somatório de décadas de operação, muitas vezes com rotas que variaram ao longo do tempo.

Chamamos internamente de assinatura mineralógica do ativo. É o que define quanto metal ainda está lá, sob que forma, e quanto pode voltar a circular. E é o que define, caso a caso, como a Green Mining monta a rota para aquele ativo específico.

Cinco variáveis desenham cada ativo.

Mineralogia. Qual a forma mineral em que o metal está presente — sulfeto, óxido, carbonato, nativo, misto. Ouro associado a pirita responde diferente de ouro associado a arsenopirita. Cobre sulfetado responde diferente de cobre parcialmente oxidado. A mineralogia dita a química.

Grau de oxidação. Quanto tempo o rejeito passou em barragem e sob que condições (clima, umidade, pH). Superfícies sulfetadas oxidam. A oxidação forma filmes secundários que reduzem hidrofobicidade e embaralham a leitura dos reagentes convencionais. Rejeitos antigos não respondem como rejeitos frescos — nem piores, nem melhores; diferentes.

Granulometria e reologia. Quão fino o material foi moído na operação original, e como isso se distribuiu no depósito. Lamas ultra-finas e partículas muito grossas caem fora da janela hidrodinâmica da flotação convencional. Para a Green Mining, a granulometria define o desenho da preparação física antes da flotação em colunas.

Histórico químico. Que reagentes foram usados no processamento original. Xantatos, ditiofosfatos, modificadores de pH, depressores — tudo deixa uma assinatura residual nas superfícies minerais. Quem vai tratar o rejeito precisa entender o que o rejeito já levou.

Commodity-alvo e contaminantes. Um rejeito polimetálico (ouro + prata + cobre, por exemplo) exige decisão de rota: tudo no mesmo concentrado ou circuitos sequenciais seletivos. Contaminantes penalizantes (arsênio, mercúrio, ferro em excesso) impõem restrições que recaem sobre concentração e recuperação líquidas.

Uma arquitetura. Configuração por ativo.

A Green Mining não aplica a mesma receita em todo rejeito. A arquitetura é a mesma — quatro camadas, patente concedida T-01 · T-15 — mas a configuração responde à assinatura de cada ativo.

A flotação em colunas compactas é geometricamente calibrada caso a caso para a granulometria e a reologia do rejeito de entrada. O SLM é dimensionado conforme a oclusão mineralógica — quanto mais metal aprisionado em matriz, mais crítico. As resinas e catalisadores são selecionados e dosados em função do grau de oxidação e do histórico químico — rejeitos oxidados pedem famílias de reagentes diferentes de rejeitos frescos. O controle algorítmico costura tudo em tempo real, lendo a variabilidade interna do próprio ativo — entre uma frente de amostragem e outra, entre um turno e outro. T-09

Duas operações Green Mining nunca são idênticas. A arquitetura é a mesma. A rota é por assinatura.

A recuperação, metal a metal.

A Green Mining opera, em escala auditada, com recuperação de até 99% do metal contido — caso ouro, em condições documentadas. A distribuição por metal não é uniforme, e a razão é física: cada metal traz sua própria mineralogia, sua própria resposta química, seu próprio teto natural no contexto de rejeito.

Recuperação por metal — tetos observados em condições documentadas.
Metal Recuperação (até) Característica dominante
Ouro 99% O mais responsivo do sistema
Cobre 85% Convívio sulfetado ↔ oxidado
Zinco 85% Esfalerita em rejeitos polimetálicos
Níquel 85% Pentlandita sulfetada
Prata 70% O mais difícil do conjunto

Condição de usoOs valores acima são tetos observados em condições documentadas. Recuperação efetiva sobre um ativo específico depende integralmente da assinatura mineralógica do rejeito — mineralogia, grau de oxidação, granulometria e histórico químico. Sem caracterização técnica, a Green Mining não prometerá número sobre rejeito não-caracterizado. O teto de 99% refere-se especificamente ao caso ouro, em rejeitos com perfil mineralógico favorável.

A física de cada metal, em rejeito.

Ouro — até 99%

É o metal mais responsivo ao nosso sistema e aquele em que a combinação das quatro camadas entrega o efeito mais marcado. O ouro em rejeito de flotação ocorre tipicamente em partículas muito finas, dispersas, frequentemente associadas a pirita ou arsenopirita, às vezes parcialmente oxidadas. É um metal nobre, denso, com resposta hidrofóbica boa quando a superfície está limpa — e o SLM é a camada que resolve o "quando a superfície está limpa". A cinética do ouro no sistema Green Mining é particularmente agressiva: o ciclo total, sobre referencial sulfetado-ouro comum em rejeitos sul-americanos, sai de ~114 horas na rota convencional para ~16 horas. T-10 Em rejeitos com perfil mineralógico favorável, a recuperação chega a até 99% do ouro contido.

Cobre — até 85%

O cobre em rejeito é quase sempre uma história de duas mineralogias convivendo: a parte sulfetada (calcopirita, calcocita, bornita) que ainda responde bem à flotação, e a parte oxidada (malaquita, crisocola, óxidos secundários) que exige rota distinta. Rejeitos antigos de cobre tendem a ter mais massa oxidada do que o operador original esperava. A configuração de resinas faz diferença grande aqui — a química tem que resolver as duas populações de partícula no mesmo circuito, ou decidir por circuitos sequenciais. O teto de 85% é atingido quando a rota consegue endereçar ambas as mineralogias; em rejeitos dominantemente sulfetados, o patamar é alcançado com menor complexidade de circuito.

Zinco — até 85%

O zinco em rejeito vem tipicamente da esfalerita, frequentemente em associação com pirita e galena (chumbo) em rejeitos polimetálicos. A esfalerita tem uma particularidade operacional: é sensível a depressão por íons metálicos (cobre, ferro) em solução — um estorvo clássico na rota convencional e uma variável que o nosso controle algorítmico monitora e compensa em tempo real. Rejeitos de zinco com boa liberação original respondem bem; rejeitos polimetálicos com zinco secundário exigem decisão de seletividade no circuito. O teto de 85% é o que o sistema entrega sobre esfalerita liberada.

Níquel — até 85%

Níquel em rejeito divide-se entre pentlandita (sulfetado, tipicamente associado a pirrotita magnética) e lateritas oxidadas — duas mineralogias que pedem, na origem, tecnologias diferentes. A pentlandita responde à flotação; a laterita, historicamente, não. O sistema Green Mining opera com eficiência sobre rejeitos sulfetados de níquel, e a presença de pirrotita associada entra como variável crítica no desenho do circuito — porque a separação pentlandita/pirrotita é onde se ganha ou se perde teor e recuperação. Em rejeitos cuja operação original já foi sulfetada, o teto de 85% é consistente.

Prata — até 70%

A prata é o metal mais difícil do conjunto, e essa dificuldade é bem entendida no setor. Três motivos convergem. Primeiro, a prata em rejeito é frequentemente muito fina e dispersa — partículas micrométricas que caem fora da janela hidrodinâmica ideal. Segundo, a prata raramente ocorre pura: aparece em solução sólida dentro de sulfetos de chumbo (galena argentífera), dentro de sulfossais complexos (tetraedrita, freibergita, polibasita), ou coprecipitada com cobre. Liberar prata é sempre, em alguma medida, liberar uma matriz de outro metal. Terceiro, a prata oxida e forma filmes superficiais (acantita, sulfetos secundários) menos responsivos à química de flotação padrão. O SLM e a família de resinas calibrada para prata fazem diferença real sobre a rota convencional — mas a física do metal impõe um teto mais baixo do que o dos demais. Em rejeitos onde a prata é commodity principal, o teto de 70% é alcançado com circuito dedicado; em rejeitos onde a prata é coproduto em pequena fração, a análise econômica pondera o custo-benefício do circuito específico.

Três pontos, claros.

A Green Mining não promete número sobre rejeito não-caracterizado. Qualquer resposta antes do assessment técnico (estágio 2 da jornada) é palpite, e não é como operamos.

Ativos diferentes recebem rotas diferentes. A arquitetura do sistema é a mesma; a configuração é por assinatura. Isso é parte do que a GM cobra em assessment e parte do que entrega em piloto.

Os tetos por metal são físicos, não arbitrários. Ouro vai mais alto porque a física do ouro em rejeito permite. Prata vai mais baixo porque a física da prata em rejeito impõe. Nosso trabalho é ler a assinatura do seu ativo e configurar o sistema para extrair o máximo que ele comporta.

Validações

Validação acadêmica e auditoria laboratorial.

UBC

University of British Columbia.

Parceria acadêmica ativa desde 2012. Validação técnica da eficiência de recuperação e concentração em rejeito real de ouro em operação sul-americana.

SGS

Auditoria laboratorial independente.

Auditoria laboratorial com certificado de referência GO2511449. Metodologia validada para medições de recuperação e cinética em perfil de rejeito.

Patente

Tecnologia protegida.

Patente concedida sobre o sistema. Proteção de IP preserva a vantagem competitiva e viabiliza as negociações comerciais e institucionais.

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